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Evangelho Santo do Dia e Datas Comemorativas 08 de Fevereiro

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Evangelho do Dia

Evangelho (Marcos 7,14-23)
Quarta-Feira, 8 de Fevereiro de 2012
5ª Semana Comum

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

                   

Naquele tempo, 14 Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Escutai todos e compreendei: 15 o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. 16 Quem tem ouvidos para ouvir ouça”.
17 Quando Jesus entrou em casa, longe da multidão, os discípulos lhe perguntaram sobre essa parábola. 18 Jesus lhes disse: “Será que nem vós compreendeis? Não entendeis que nada do que vem de fora e entra numa pessoa pode torná-la impura, 19 porque não entra em seu coração, mas em seu estômago e vai para a fossa?” Assim Jesus declarava que todos os alimentos eram puros.
20 Ele disse: “O que sai do homem, isso é que o torna impuro. 21 Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, 22 adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. 23 Todas estas coisas más saem de dentro e são elas que tornam impuro o homem”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
- Fonte: Canção Nova


Snto do Dia

Santa Josefina Bakhita
8 de Fevereiro

Santa Josefina BakhitaSanta irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa "afortunada", não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.

Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga deste de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo.

Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por Ele.

Com 21 anos, recebeu a graça do sacramento do batismo. Livremente, ela O acolheu e foi crescendo na vida de oração, experimentando o amor de Deus e se abrindo à ação do Espírito Santo.

Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.

Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.

Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000.

Santa Bakhita, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Dia do Magistério Militar
08 de Fevereiro


 
O Exército Brasileiro comemora, em 8 de fevereiro, o Dia do Magistério Militar. Tal data comemorativa foi instituída como forma de homenagear os profissionais que labutam diuturnamente para difundir o saber, a cultura e os valores castrenses aos alunos dos inúmeros estabelecimentos de ensino da Força Terrestre.
Atualmente, as atividades do Magistério Militar são desempenhadas por oficiais de carreira, oficiais técnicos temporários, oficiais da reserva remunerada e professores civis. A educação que o Exército proporciona a seus discentes é baseada em tradições e valores como civismo, honra, trabalho e amor à Pátria. Essa formação holística busca atingir uma alta qualificação para os seus quadros, dando condições morais e técnicas ao indivíduo formado para bem desempenhar o papel inerente ao profissional militar brasileiro.
O início de um novo paradigma de ensino começou no século XIX, após a queda do Regime Monárquico, com importantes reformulações do ensino militar do Exército. Essa mudança teve por objetivo desenvolver conhecimentos militares pautados na prática e na linha científica – com predominância da Matemática e das Ciências Físicas. Esse novo modelo de ensino enriqueceu a Real Academia Militar da época.
Um dos expoentes que bem espelha a saudável revolução pedagógica militar é o Mestre e Marechal Roberto Trompowsky Leitão de Almeida. Natural do Estado de Santa Catarina, cidade do Desterro, atual Florianópolis, em 1853, Trompowsky foi aluno da Escola Militar, onde brilhou como estudante dedicado. Tornou-se, posteriormente, Doutor em Ciências Físicas e Matemáticas. Foi posteriormente Comandante do Colégio Militar do Rio de Janeiro, Comandante da Escola Militar da Praia Vermelha, Adido Militar junto às delegações brasileiras na Grã-Bretanha, Suíça e Itália, Professor Assistente de Analítica e Cálculo, inclusive do aluno Benjamim Constant, além de Delegado Técnico e Assessor de Rui Barbosa na Conferência Internacional da Paz em Haia, na Holanda.
Mesmo já sendo possuidor de enorme cabedal profissional, ainda se dedicou, com perseverança e tenacidade, aos estudos, na Europa, sobre os progressos do ensino militar tático e técnico. Trouxe esse aprendizado para o Brasil e o aplicou nos estabelecimentos de ensino do Exército. Após uma vida dedicada à educação e à pátria, Trompowsky foi reformado por lei compulsória em 1919, no posto de Marechal, o mais alto posto das Forças Armadas. Transcendendo o universo pedagógico militar, após 50 anos de intensa labuta, teve o seu nome enaltecido como matemático por intermédio de uma de suas obras – Lições de Geometria Integral – adotada nos melhores centros universitários da Europa e das Américas.
O Marechal Trompowsky faleceu aos 73 anos de idade e tornou-se Patrono do Magistério do Exército por meio do Decreto nº 51.429, de 13 de março de 1962. A data de seu aniversário, 8 de fevereiro, foi instituída como Dia do Magistério Militar. O Exército Brasileiro, nessa data, presta homenagem a esse insigne educador militar, cujo exemplo é o farol para todos os educadores das escolas militares, profissionais responsáveis, por meio de diferentes dinâmicas e formas de atuação em sala de aula, pela transformação da relação ensino-aprendizagem, fazendo de seu mister um estímulo à reflexão de novos conceitos educacionais, tão necessários nesse início do século XXI.


Fonte: Exército Brasileiro


 
      
Ano novo das árvores   
08 de Fevereiro

Ano Novo das Árvores 2012
É celebrado o Ano Novo das Árvores através da tradição judaica do Tu Bishvat. Em 2012 a data é dia 8 de fevereiro!

É comum neste dia celebrar recebendo amigos, plantando árvores e comendo frutos ancestrais que estão presentes no cultivo a milênios, como: uva, trigo, cevada, figos, romãs, tâmaras, amêndoas, alfarroba e azeitona.

Fonte: Blog do Árvores Vivas 

       
Antigamente, o povo judeu na Terra Santa comemorava o décimo quinto dia do mês hebraico de Shevat como o marco do início da nova estação dos frutos em Israel. Esta época do ano marca o ponto médio do inverno quando a força do frio diminui, a maioria das chuvas do ano já caiu e a seiva das árvores começa a subir. Como resultado, os frutos começam a se formar. Esta data até hoje é comemorada como o aniversário das árvores em Israel.

Da mesma forma como D'us faz com os seres humanos, no primeiro dia de Tishrei, Rosh Hashaná, D'us no dia 15 de Shevat determina qual a quantidade de frutos e folhas que cada árvore produzirá durante o ano; se crescerá satisfatoriamente, florescendo ou secará até morrer. Isto demonstra que o Criador do Universo e de todas as espécies, inclusive plantas e árvores, cuida de cada uma de Suas criaturas, determinando seu destino.

As frutas crescidas antes desta data eram consideradas frutas "velhas", e as que eram colhidas a partir desta data, eram recebidas como "novas". Esta distinção era essencial no tocante aos mandamentos da Torá de separar a terumá e o maasser - a separação dos frutos destinados aos cohanim e leviyim.

A tribo de Levi não possuía campos ou pomares. Seus membros dedicavam-se integralmente ao serviço Divino no Templo Sagrado e ao ensinamento do conhecimento de D'us ao povo. Por este motivo, a Torá ordena que uma certa parte da colheita deva ser outorgada a eles.

Atualmente o Rosh Hashaná La'ilanot, Ano Novo das Árvores, é comemorado através da recitação de bênçãos antes e após a degustação de frutos novos da estação, especialmente as espécies de frutas da Terra de Israel: azeitona, tâmara, uva, figo e romã e outras novas para que se possa recitar a bênção adicional, Shehecheyánu. Ao provar dos novos frutos e recitar as bênçãos reconhecemos D'us como o Criador do mundo, da natureza e de tudo nela contido.

Uma analogia entre a árvore e o ser humano pode ser feita. Assim como a árvore está em constante crescimento, também nós devemos crescer; do mesmo modo como produz seus frutos, também devemos produzi-los. Em Tu Bishvat devemos renovar o crescimento pessoal, assim como as árvores começam a retirar a umidade e nutrientes da terra.

A raiz simboliza a conexão com a fonte, nossa fé; o tronco representa a parte principal que sustenta e representa o estudo da Torá e o cumprimento das mitsvot e o fruto está ligado com o resultado: a meta atingida, nossa influência positiva e contínua na preservação de nossos valores. Devemos constantemente lembrar que acima da natureza encontra-se D'us "regando" seus filhos através do legado do estudo e prática da Torá, os verdadeiros recipientes de bênçãos para que possam crescer continuamente em todas as estações.
 
Fonte: www.chabad.org.br

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